Memory Lane 2
A estória(1) para já ainda deve parecer “distante”, mas rapidamente vai dar para perceber.
No capítulo seguinte imaginem o mesmo rapazinho, mas agora mais novo, entre os 8 e 10 anos. Ele costumava ir a uma sala, ao lado do refeitório da Biblioteca Municipal, para brincar com o barro que estava por lá, essa sala era um atelier que era uma extensão da escola, tinha a altura de 3 andares actuais, e a área total era bastante grande, estava cheia de estátuas por todo o lado, bastantes eram equestres, muitas tapadas com panos e plásticos. Madeira, barro e gesso por todo o lado, estavam inacabadas ou assim pareciam, paredes escuras e ao mesmo tempo muita luz que vinha de uma parede quase toda envidraçada que dava para um jardim descuidado. Para alguém daquela idade tudo parecia imensamente grande, por isso era fácil perder-se por lá, mas não era isso que impedia as visitas, estando lá ou não o escultor, (na altura já com alguma idade), que se chamava Barata Feyo.
(1)http://corrector.blogs.sapo.pt/arquivo/049452.html
Venham lá os filmes.
O f de fraude do Orson Welles tenho numa gravação fracota em VHS que deu na RTP2 em 1994, já agora o Orson Welles é dos meus realizadores preferidos de sempre, o filme que mais gostei é o Otello, que infelizmente não tenho.
http://www.imdb.com/title/tt0045251/
mais um nome: Kunst Death Cult, inspirado nos http://www.deathrock.com/southerndeathcult/
mais um link: http://www.leechnest.net/dark-room-music/
No capítulo seguinte imaginem o mesmo rapazinho, mas agora mais novo, entre os 8 e 10 anos. Ele costumava ir a uma sala, ao lado do refeitório da Biblioteca Municipal, para brincar com o barro que estava por lá, essa sala era um atelier que era uma extensão da escola, tinha a altura de 3 andares actuais, e a área total era bastante grande, estava cheia de estátuas por todo o lado, bastantes eram equestres, muitas tapadas com panos e plásticos. Madeira, barro e gesso por todo o lado, estavam inacabadas ou assim pareciam, paredes escuras e ao mesmo tempo muita luz que vinha de uma parede quase toda envidraçada que dava para um jardim descuidado. Para alguém daquela idade tudo parecia imensamente grande, por isso era fácil perder-se por lá, mas não era isso que impedia as visitas, estando lá ou não o escultor, (na altura já com alguma idade), que se chamava Barata Feyo.
(1)http://corrector.blogs.sapo.pt/arquivo/049452.html
Venham lá os filmes.
O f de fraude do Orson Welles tenho numa gravação fracota em VHS que deu na RTP2 em 1994, já agora o Orson Welles é dos meus realizadores preferidos de sempre, o filme que mais gostei é o Otello, que infelizmente não tenho.
http://www.imdb.com/title/tt0045251/
mais um nome: Kunst Death Cult, inspirado nos http://www.deathrock.com/southerndeathcult/
mais um link: http://www.leechnest.net/dark-room-music/

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